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Juntos, na defesa das nossas Juntas de Freguesia Imprimir e-mail
1gghhjhhj.jpgA extinção de freguesias acarreta duas consequências: para as pessoas, mais marcadamente no interior do país ao qual já pouco ou nada resta, é a quebra de laços identitários; politicamente corresponde a um golpe soez na democracia. Artigo do nosso leitor Jaime Crespo
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Jornadas Autárquicas Imprimir e-mail
vale1.jpgNa qualidade de membro eleito na Assembleia Municipal de Bragança gostaria de começar a minha intervenção por partilhar convosco a percepção recente de uma mudança comportamental dos partidos, principalmente do PSD. Fui eleito pela primeira vez em 2005 e desde então sempre tive o meu espaço e tempo de intervenção e nunca fui impedido de exercer o meu mandato. Não sei se coincidências, mas desde que ganharam as eleições e formaram governo radicalizaram a sua postura. Dou-vos dois exemplos dessa percepção:A) Pela primeira vez desde 2005 fui impedido de intervir na A.M. de Bragança;B) Vinte e tal estruturas de Moopy's do BE desapareceram nos distritos de Bragança;Relativamente ao ponto em agenda, gostaria de começar por dizer que subscrevo na íntegra o documento que a Comissão Nacional Autárquica - comissão que integro - produziu e serve de ponto de partida para o debate político que o BE fará a propósito da reforma administrativa que o Governo pretende impor ao país.Não estando de acordo com o "Documento Verde" por considerar que na sua generalidade não serve os interesses das populações, quero manifestar o meu sentimento de preocupação perante a possibilidade de esta reforma vir a acontecer nos moldes propostos por este documento. Por outro lado, considero que uma reforma administrativa é mais do que necessária e urge realizá-la.
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"Nem sequer vai haver ministério da cultura" Imprimir e-mail

paulo_seara.jpgO candidato e cabeça de lista por Bragança, revelou, imperturbavelmente que o próximo ministério da cultura, vai ser extinto, e regressará ao formato de secretaria de estado da cultura. Segundo palavras do próprio “nem sequer vai haver ministério da cultura”. A crise não pode ser desculpa para fazer jigajogas com os ministérios, seja o da cultura, seja outro. O PSD, que foi nos anos noventa, fomentou o ministério da cultura, através de Pedro Santana Lopes vem assim reescrever a história. Esta ideia programática não tem lógica económica, mas sim política, o neoliberalismo sabe que o desenvolvimento cultural de um povo é uma arma perigosa, contestatária. Se a direita e a esquerda reconhecem nos direitos humanos, o direito à cultura, como valor universal e mais valia para o crescimento económico, Pedro Passos Coelho está a ir para além daquilo que disse no livro “Mudar”, onde propunha, com uma vulgaridade economicista colocar a cultura sob alçada do plano nacional de desenvolvimento turístico. O desenvolvimento cultural da última década, lento, mas real, não tem acompanhado as aspirações de proteção social dos agentes culturais.

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O Tempo da Luta Toda! Imprimir e-mail
vale1.jpgDecorreu neste fim-de-semana, dias 7 e 8 de Maio, a 7ª Convenção Nacional do Bloco de Esquerda, em Lisboa. Tal como tem acontecido desde a 4ª Convenção que aconteceu em 2005, também participei neste encontro nacional, momento maior do nosso movimento. A realização desta convenção, obrigatória estatutariamente, acontece de dois em dois anos e é nela que são eleitos os orgãos nacionais - Mesa Nacional e Comissão de Direitos - e a moção estratégica para o próximo período de dois anos. Tal como acontece desde a fundação do BE, foi a moção A intitulada "Juntar forças pelo emprego e contra a bancarrota", cujo primeiro subscritor é Francisco Louçã, quem venceu esmagadoramente e foi a lista encabeçada pelo Coordenador do Bloco quem venceu as leições para os órgãos nacionais.
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Menos do mesmo e mais do menos Imprimir e-mail

koky_site.jpg Nestas alturas de eleições a conversa sempre descentra, um pouco, da futilidade das telenovelas e da banalidade da vida dos vulgos famosos. Ao futebol junta-se a política, como tema para discussões (em todas a acepções da palavra excepto a jurídica), sempre com o típico comentário censor, “são todos iguais, sai de lá um do PS, vai para lá outro do PSD, igual a ele ou ainda pior!”; é o chamado pingue-pongue rosa/laranja que dura há mais de trinta anos e onde o perdedor é sempre o povo. Porém, este mesmo censor que mete no mesmo saco, socialistas e social-democratas é, também, o primeiro a desculpar-se e a desculpar a situação, afirmando que se não for um tem de ser outro, como se em Portugal houvessem apenas duas opções de voto, dois únicos partidos políticos e nenhuma solução.

 

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Verbo, Polarizar Imprimir e-mail
vale1.jpgAquilo que está a acontecer em Portugal é muito triste e perigoso. Nunca como nos dias de agora se assistiu a tamanha campanha de difusão ideológica, tamanho esforço por mentalizar as "massas" para a inevitabilidade do projecto neoliberal e tamanha concertação opinativa nos média. O esforço é comum: fazerem crer que a intervenção do FEEF e do FMI é solução única para resolver os problemas financeiros actuais da nação. É MENTIRA. Foram já várias as opiniões defendendo outras soluções menos penosas para o país e seus cidadãos - é preciso saber qual é a verdadeira dívida; é preciso saber quem pagará que parte dessa dívida. Por outro lado, é patente o receio que as entidades europeias e outras manifestam relativamente ao resultado das eleições em Portugal. Por isso querem acordo pré-eleitoral e por isso impõem pressão sobre os responsáveis políticos nacionais. Vejam até onde já chegou o pânico quando se subscrevem documentos como este, que se intitula de "Um Compromisso Nacional"...
Num tempo breve, como aquele que teremos até às eleições legislativas impõe-se uma polarização séria, clarificadora e bem visível entre aqueles que defendem o "bloco" FMI e aqueles que defendem o "bloco" anti-FMI. Será a intervenção do FMI o elemento que separará aqueles que aceitam a bancarrota do país e aqueles que acreditam e defendem uma alternativa credível de governação à esquerda e que permita aos portugueses a soberania de dizer que NÃO. Será esse o esforço, será essa a luta, para mim também.
 
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