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Barragem de Foz Tua é "excelente para a EDP e péssima para o país" Imprimir e-mail
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Catarina Martins chamou ainda atenção para os problemas da interioridade, tendo observado que "para lá de cada medida concreta" estipulada no Orçamento do Estado, "é essencial que se pense as opções do país tendo em conta o longo prazo, o desenvolvimento de Portugal".

"Não podemos aceitar um projeto de desenvolvimento para o país que deixa uma parte do país para trás. Temos de falar do investimento numa lógica que promova a coesão territorial”, disse, tendo acrescentado que “só assim uma recuperação do país não deixará ninguém para trás".

Catarina Martins sublinhou que, "a ferrovia é seguramente um dos investimentos estruturantes do país", e nesse sentido o Bloco aguarda até ao final do ano da parte do governo um "plano nacional ferroviário que responda sobre as pessoas e a coesão territorial".

A dirigente bloquista referiu-se ainda à barragem do Foz Tua, que definiu como "excelente para a EDP e péssima para o país, as contas públicas e as populações" locais.

"Achamos que é um tremendo erro que tenha sido construída", declarou, acrescentando que há "contrapartidas" da construção da barragem que "não estão a ser asseguradas, desde logo o acesso à mobilidade da população", frisou.

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Jantar com a Catarina Martins Imprimir e-mail
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Conferência "Que Orçamento para Portugal?" Imprimir e-mail
Conferência“Que Orçamento para Portugal?” é o título do encontro que vai juntar no dia 22 de outubro especialistas, ativistas e figuras da esquerda à volta de propostas sobre investimento, segurança social, trabalho, dívida, política fiscal, saúde e educação. Ler notícia. Ver programa 
 
"Falta capacidade democrática de decisão das populações do interior sobre o seu futuro" Imprimir e-mail
 
Município de Bragança limitou o abastecimento de água ao Estabelecimento Prisional de Izeda Imprimir e-mail
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O Bloco de Esquerda, através do seu Grupo Parlamentar qustionou o Ministério da Justiça, acerca do corte de água ao Estabelecimento Prisional de Bragança. 

Segundo relatos da imprensa local, o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Bragança admitiu em reunião da Assembleia Municipal ocorrida em 28 de setembro que aquela edilidade terá decidido durante o verão transato, limitar o abastecimento de água ao Estabelecimento Prisional de Izeda. Citando a intervenção do autarca em causa, referem os meios de comunicação que terá afirmado o seguinte: “Neste verão, houve um período de calor muito intenso e foi necessário fazer uma distribuição da água para que se pudesse abastecer a vila de Izeda e, ao mesmo tempo, o estabelecimento prisional. Houve uma altura em que, se calhar, a divisão não foi bem-feita, o que provocou uma descida dos níveis dos depósitos da vila, deixando as pessoas com alguma dificuldade no abastecimento. Foi uma situação pontual que está reposta neste momento”. E terá acrescentado: “A Câmara limitou porque não pode, de forma alguma, estar a disponibilizar água para uma entidade, deixando a população toda sem ela.”

A serem verdade, estas declarações revelam, no entender do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, uma situação de extrema gravidade. Na verdade, a simples consideração de que um estabelecimento prisional é “uma entidade” à parte, que não faz parte da comunidade local, como se nele não vivessem pessoas (a lotação do estabelecimento é de cerca de 450 detidos), não trabalhassem quotidianamente pessoas, enfim, como se se tratasse de uma espécie de ilha deserta no meio de uma localidade, causa a maior perplexidade e merece a nossa reprovação. Porque isso significa desconsiderar direitos absolutamente essenciais de centenas de pessoas contrapondo-os a direitos igualmente essenciais da demais população. Causa certamente a maior indignação a qualquer pessoa de bem uma decisão de um órgão da administração pública que hierarquiza a satisfação do direito de todos os cidadãos às condições mínimas de salubridade e de subsistência, dando prioridade a uns em detrimento de outros, alegadamente porque uns estão detidos e outros não.

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Ministro garante retirada dos resíduos do Cachão Imprimir e-mail
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Audição ao Ministro do Ambiente

Na sequência da iniciativa do Bloco, Ministro garante retirada dos resíduos do Cachāo

 

Hoje, na Comissão Parlamentar de Ambiente, os deputados do Bloco de Esquerda questionaram o Ministro do Ambiente acerca do atentado ambiental que ocorre há meses no Complexo Agro-Industrial do Cachão.
O Ministro do Ambiente garantiu que as autarquias de Mirandela e Vila Flor tomaram posse administrativa das instalações do Complexo afetas ao armazenamento de resíduos e que na próxima segunda-feira vai começar a remoção dos resíduos ali instalados.

 

 

O Bloco de Esquerda congratula-se com esta posição do Ministério do Ambiente, sortindo efeito, assim, a visita recentemente realizada ao Cachão e as perguntas colocadas ao Governo pelo Deputado Pedro Soares.
O Bloco continuará a acompanhar a situação no Cachão de modo a contribuir para que a situação de bomba ambiental que preocupava as populações seja resolvida em definitivo.

 

Bloco de Esquerda/Bragança

 
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